11 erros fatais na hora de estudar para concursos públicos

Quando estratégias adequadas entram em jogo, o tempo rende e o estudo, geralmente, é mais frutífero em termos de produtividade.

É claro que não existem receitas prontas de sucesso na preparação para concursos públicos, mas as de fracasso se repetem.
Confira a seguir alguns dos principais erros na hora de estudar, de acordo com cinco especialistas consultados:

Fixação de preços da Praticagem é ilegal: diz Conapra

O Conselho Nacional de Praticagem (CONAPRA) classificou de ilegal a Consulta Pública publicada no Diário Oficial da União nesta terça feira (5/8), que fixa preços máximos para seis Zonas de Praticagem: Maranhão, Fortaleza, Pernambuco, Rio de Janeiro, Paranaguá e Itajaí.

Segundo o Conapra, com a iniciativa, a Comissão Nacional de Assuntos de Praticagem (CNAP) ignorou decisão da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro, que, em maio último, proferiu sentença judicial determinando que o governo se abstenha de impor limites máximos aos preços dos serviços do setor. A justiça entendeu que a praticagem é serviço privado, uma relação entre prestadores e seus tomadores de serviços e, como tal, não pode sofrer interferência do governo. "Como o governo vai intervir em contratos privados, muitos deles com validade para os próximos três anos"?, indagou o presidente do Conapra, Ricardo Falcão. "Isto é um absurso", completou.

Outro argumento sustentado pelos práticos é que a metodologia utilizada para fixar preços não leva em consideração as diferenças regionais, embora o governo sustente que há sim um critério deferenciado para cada área. Estudo encomendado pela Praticagem do Rio Grande à Universidade Federal do Rio Grande, conclui que "o modelo proposto é confuso, pouco transparente e se mostra inconsistente. A iniciativa de fixação de preços no Brasil é inédita não só para o serviço de praticagem no mundo, mas para qualquer outro tipo de serviço privado regulado pelo setor público".

Prós e contras de largar o emprego para se dedicar a concursos públicos

Os candidatos a concurso público vivem driblando a falta de tempo para estudar e tentam as mais variadas soluções – até mesmo pedir demissão. Será que esta é sempre uma boa ideia?

Além de conhecer os aspectos positivos e negativos da decisão, quem pretende pedir demissão precisa tomar alguns cuidados para aproveitar bem o tempo e não ficar frustrado. Veja a seguir o que levar em consideração, além de alternativas para servidores públicos e para quem ainda tem dúvidas sobre a estratégia.

Praticagem auxilia salvamento no Amapá

Uma pequena embarcação com três tripulantes virou durante a travessia do fundeadouro de Fazendinha deixando uma vítima, no último domingo (30/6), no Amapá.

Os gritos e pedidos de socorro dos sobreviventes foram ouvidos pelo prático Leônidas Craveiro da Silva, a bordo do navio Three Saskian subindo o Rio Amazonas, que acionou a estação de praticagem Atalaia informando a posição do acidente. O resgate foi realizado por marinheiros da Unipilot e Nortepilot.

O Presidente do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra), Ricardo Falcão, afirma que a qualificação profissional dos práticos e atenção a todos os detalhes e acontecimentos das zonas portuárias tem grande colaboração para o sucesso dos resgates. “Além de garantir a condução segura de navios nos portos marítimos e estuários dos rios, os práticos tem ainda a importante missão de cooperar com os serviços de socorro e salvamento marítimo, o que engrandece ainda mais a nossa profissão”.

Acidente revela riscos na atividade do prático

Um acidente provocou a interrupção da fase de qualificação de um praticante de prático em Santos, na noite da última sexta-feira, quando desembarcava do navio NT “Lavras” Para para evitar uma queda na lancha ou no mar, o praticante sustentou o peso do corpo em um só braço, o que resultou em ruptura distal do bíceps.

O profissional foi submetido a uma cirurgia que o afastará durante dois ou três meses do estágio de qualificação necessária para a habilitação de prático, processo que leva de um a dois anos e que demanda a execução de 660 manobras. Segundo o presidente da Praticagem de São Paulo, Paulo Barbosa, ocorrem de 2 a 3 mortes acidentais de prático anualmente no mundo, além de casos de ferimentos graves.

“Acidentes como este, infelizmente, acontecem e são riscos que o prático corre no exercício de sua atividade. Engana-se quem pensa que a praticagem é um trabalho leve e tranquilo. O prático não escolhe hora, condições de mar e climáticas para manobrar. Tem de encarar muitas situações adversas, de alto risco para garantir a segurança da operação e, consequentemente, do Porto, das embarcações e das pessoas ”, comentou Paulo Sérgio Barbosa.

Feitas de corda, com degraus em madeira, as escadas quebra-peito são utilizadas mundialmente pelo práticos e profissionais que vistoriam navios. Situada no costado do navio, não é fixa, surgindo daí o nome de quebra-peito: num movimento mais brusco, pode jogar o prático contra o costado do navio.

“Já houve casos de a escada se soltar ou ter seus cabos partidos e o prático ser lançado na água com a escada por cima”, contou Paulo Sérgio Barbosa. “Nosso risco aumenta muito quando a escada é mal conservada, o que ocorre com certa frequência”.

Fonte: Lu Fernandes Comunicação

Ponte atrapalha uso de terminal de passageiros em Natal


O governo federal gastou R$ 72,5 milhões para construir o Terminal Marítimo de Natal especialmente para a Copa do Mundo. A ideia era que cruzeiros com torcedores vindos do México e Estados Unidos atracassem no Rio Grande do Norte para os jogos. Mas o projeto não previu um detalhe: a ponte Newton Navarro, construída em 2007, impede a passagem de navios de grande porte.

Omissões de portos, THC e praticagem: Somos bobos?



No meio da navegação existe uma história muito interessante: Um armador estava com problemas no seu navio, pois o motor principal não ligava. Como o dia de um navio parado é tratado como “custo irrecuperável”, o problema representava um grande prejuízo para a empresa de navegação, sem falar nos compromissos de escalas em outros portos que não poderiam ser honrados.  

O armador, para corrigir o problema, chamou três empresas especializadas em motores de navios, que não conseguiram encontrar solução.  Em todas as tentativas mal sucedidas o armador gastou verdadeiras fortunas, pois os profissionais foram deslocados de outros países para atender o navio. Já em desespero, o armador mandou chamar um Engenheiro Naval, sua última opção.  O Engenheiro chegou ao navio, pediu a planta do projeto, fez uma análise minuciosa e pediu ao Comandante que providenciasse um grande martelo de borracha.

Então, com o martelo de borracha em suas mãos, o engenheiro começou a andar pelas tubulações dos navios e em algumas bem pontuais começou a dar marteladas e mais marteladas. Assim que acabou de martelar as tubulações o Engenheiro pediu ao Comandante que virasse o motor. Com alegria, viu o motor funcionar.

Na hora de acertar a remuneração do seu serviço, o engenheiro lançou uma fatura de 1 milhão de dólares. O armador assustado perguntou: eu vou pagar tudo isso por conta de algumas marteladas? O engenheiro respondeu: Pelas marteladas você pagará 10 dólares, e o restante é pela solução do problema que foi obtida através da minha experiência e por tudo aquilo que estudei e investi. Além do mais você não está considerando que eu ainda identifiquei uma falha no projeto que causa o entupimento da tubulação e consequentemente o não funcionamento do motor.